sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Optometristas solicitam apoio da prefeitura para a emissão do alvará

Parabenizamos toda a equipe do Jornal Diário de Aparecida, pela excelente cobertura jornalística abordando as ações dos Optometristas.
A população de Aparecida de Goiânia, assim como todos no território brasileiro, merecem e precisam da prestação de Serviços Optométricos no SUS.

Todos nós optometristas, vamos seguir esse exemplo.






quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A História de Meir Schneider

Essa é a História de Meir Schneider, achei muito interessante e resolvi postar aqui no blog
 


Meir Schneider nasceu em Lvov, Ucrânia, em 1954, com catarata, astigmatismo e nistagmo.  

Emigrou  para Israel com os pais aos quatro anos de idade e, aos sete, foi declarado legalmente cego. 

Ele nunca aceitou a condição de cego. Tinha ataques de fúria, durante os quais lançava os óculos ao chão e pisoteava-os. Não conseguia quebrá-los de tão grossas que as lentes eram e gritava. 

Os pais, ambos surdos, não eram atingidos pela gritaria. Mas a avó, Savta, docemente o acalmava dizendo que as coisas podiam mudar. Sempre.

Amigos, como uma dona de biblioteca volante semi-paralítica – que lhe ensinou técnicas de relaxamento -  e outro jovem, Isaac – com problemas visuais igualmente graves – deram-lhe incentivo para a grande virada de sua vida. 

Isaac apresentou-lhe o método do oftalmologista William Bates (1860-1931) de estimulação da visão. 

A despeito da descrença radical da família e amigos, dedicou-se com fervor aos exercícios para os olhos, aliando as técnicas de ioga, auto-massagem e movimento. 

Dezoito meses mais tarde, ele tinha desenvolvido a visão funcional, que lhe permitiu alguns anos mais tarde (1981) tirar carteira de motorista, sem qualquer restrição, expedida pelo Governo do Estado da Califórnia.


Cursou:
 
Bar Ilan University, Tel Aviv, 1973 – 1975
BA, Philosophy from University of San Francisco, 1978
PhD, the Healing Arts from Golden State University, 1982. Doctoral Dissertation: “The effects of Therapeutic movement combined with subtle massage and manipulation compared with conventional medical treatment in cases of muscular distrophy”

Os princípios que descobriu quando trabalhava seus olhos formaram a base do método Self-Healing, desenvolvido para trabalhar com portadores dos mais variados problemas de saúde. 

Em 1975 Meir montou o primeiro Institute For Self-Healing em Tel Aviv, Israel ( 1973 – 1976 ),  onde cresceu, juntamente com dois dos seus primeiros pupilos – Vered e Danny. 

Por muito tempo Meir teve dúvidas de que seu método pudesse ser ensinado, já que boa parte das massagens e exercícios que produziam espetaculares resultados com pessoas portadoras de distúrbios graves – e tidas como incuráveis pela medicina – como esclerose múltipla, distrofia muscular, poliomielite, artrite reumatóide, degeneração da mácula, entre tantos outros, foram desenvolvidos junto com o cliente, na própria sessão, e com forte caráter intuitivo. 

Milhares de horas de prática clínica foram delineando a estrutura do Método Meir Schneider -  Self-Healing – os princípios, as técnicas, os exercícios e a fundamentação científica.
 
Em 1976, Meir mudou-se para San Francisco, USA. Aí montou consultório junto com o optometrista Ray Gottlieb, com o qual manteve intensa colaboração durante vários anos. 

Fundou o Center for Conscious Vision (1977–1978), o Center for Conscious Health (1978–1980) e em 1980, o Center For Self-Healing. 

Quatro anos depois obteve permissão do Departamento de Educação do Estado da Califórnia para formar alunos no método e funcionar como School For Self-Healing. 

Desde 1980 até o momento presente,  existe o Self – Healing Research Foundation, que busca fundos para uma pesquisa  evidenciando a eficácia do método na distrofia muscular e na degeneração macular. E se mantém aberto para qualquer outra pesquisa que tenha como objetivo a comprovação do método cientificamente.
 
Sua jornada pessoal, os primeiros anos de desenvolvimento do método, suas raízes, influências, primeiros casos e parcerias foram narrados em seu primeiro livro “Uma Lição de Vida”, publicado no Brasil pela editora Cultrix e em mais quatro idiomas: inglês, francês, húngaro, e hebraico. 

Seu segundo livro, o Manual de Autocura, publicado nos USA em 1994, foi também publicado em russo além dos outros cinco idiomas do primeiro livro.

Fonte: http://www.self-healing.org.br/meir.htm

sexta-feira, 31 de julho de 2015

sábado, 7 de março de 2015

Sintomas Visuais e Possível Etiologia

SINTOMAS VISUAIS E POSSÍVEL ETIOLOGIA

  1. Troca de cores nos objetos: Lesões coroidoretinianas.
  2. Halos (anéis) ao redor das luzes: Alterações no cristalino; edema produzido por glaucoma e infiltrações corneais. 
  3. Defeitos no campo visual: Lesão na retina, lesões intracraneanas que afetam as vias ópticas.
  4. Miodesopsias: Opacidades vítreas; toxoplasmose.
  5. Nictalopia: Retinite pigmentaria; glaucoma; miopia não corrigida.
  6. Perda súbita da visão indolor (quando a visão não retorna em 24 horas): Oclusão da artéria ou veia central da retina; neurite retrobulbar; hemorragia macular e vítrea; lesão corneana; glaucoma; descolamento da retina.
  7. Perda gradual da visão indolor (podem durar semanas, meses ou anos): Catarata, ametropias, glaucoma de ângulo aberto, degeneração macular senil, retinopatia diabética, distrofia corneal, atrofia óptica.
  8. Perda transitória da visão (quando a visão volta ao normal dentro de 24 horas e geralmente na primeira hora): quando dura pouco segundo (bilateral): papiledema. Quando dura pouco minuto: amaurose fugaz (bilateral). Quando dura de 10 a 60 minutos: enxaqueca (podendo ser acompanhada ou não de dor de cabeça na seqüência).
  9. Perda da visão com dor: Glaucoma agudo de ângulo fechado, neurite óptica (manifesta dor com o movimento dos olhos), uveíte, ceratocone.
  10. Salto de linhas ou letras: Astigmatismo não corrigido, descoordenação muscular.
  11. Visão embaçada: Defeitos refrativos não corrigidos, alterações patológicas, metamorfópsias. 
  12. Lesões da Retina: Edema ou Descolamento de Retina.
  13. Ardência: Inflamação nas pálpebras (blefarite) ou conjuntiva (conjuntivite), ambientes contaminados, defeitos refrativos e insuficiência de convergência.
  14. Astenopia: Defeitos refrativos não corrigidos, descoordenação muscular.
  15. Diplopia: Constante Monocular: ametropia, opacidade ou irregularidade corneal, catarata, lesões maculares de neurose e subluxação do cristalino. Constante Binocular: tropia traumática recente e paralisia do músculo extraocular, paralisia dos III, IV e VI par cranial, alterações orbitárias (como transtornos relacionados à tireóide). Intermitente Binocular: descompensação de uma foria pré-existente, miastenia grave.
  16. Dor Ocular: corpo estranho, desequilíbrio muscular, uveítes, esforço binocular e aumento da pressão intraocular.
  17. Epífora: obstrução do mecanismo de saída da lágrima, obstrução dos canalículos.
  18. Fotofobia: corpo estranho, lesões corneanas, alterações do cristalino, insuficiência de convergência, defeitos refrativos, descolamento de retina.
  19. Inflamação da pálpebra: blefaroconjuntivite refrativa ou crônica, inflamações locais (hordéolo ou calázio), edema.
  20. Olho Vermelho: glaucoma, uveíte anterior, lesões corneanas, descoordenação muscular (insuficiência de convergência).
  21. Prurido: infecções.
  22. Problemas de enfoque: problemas acomodativos, hipermetropia não corrigida.